Por que realizar técnicas de feedback?

Dar e receber feedback é essencial para a harmonia no ambiente corporativo. Quando isso não acontece, as consequências podem ser desastrosas.  Entre elas, as mais comuns são:

  1. Atrito entre os colaboradores;
  2. Queda de produtividade;
  3. Rotatividade de colaboradores.

Cabe ao líder empregar técnicas de feedback que permitam medir o grau de contentamento e conhecer as expectativas dos seus liderados. As informações obtidas também conduzem o líder ao autoconhecimento e ao aprofundamento no conhecimento dos seus liderados.

Este conhecimento mútuo facilita a delegação de tarefas, uma vez que se pode considerar as habilidades e o modo de agir de cada liderado diante das adversidades.

 

Técnica de Feedback:

O método mais utilizado é o chamado “sanduiche”, por ser composto de três fases. Primeiramente o líder aborda os aspectos positivos do liderado, depois foca nos problemas a serem resolvidos ou aspectos que podem ser melhorados. Fecha o diálogo com frases motivadoras. A vantagem desta técnica que que ela permite abordar pontos positivos e corretivos.

As premiações, elogios ou comemorações são técnicas de feedback positivo que funcionam muito bem para o colaborador em foco, mas que podem gerar questionamento ou descontentamento nos demais.

Nas dinâmicas de grupo pode ser empregado o método sanduiche. Assim, cada integrante comenta dois pontos positivos e um ponto corretivo de cada membro da equipe. Podem ser aplicadas verbalmente ou por escrito. A vantagem é que o líder também recebe feedback.

 

Quando aplicar as técnicas de feedback?

As técnicas de feedback devem ser empregadas de forma sistemática e não apenas quando surgem motivos pontuais. Cada líder deve estabelecer sua periodicidade de acordo com as características da sua equipe.

 

Erros comuns de aplicação de técnicas de feedback:

Muitas vezes o feedback acontece de forma natural e intuitiva, principalmente quando o líder é comunicativo e costuma dialogar em particular, alternadamente, com todos os membros da equipe. Porém, a margem de erro é grande quando não existe uma metodologia, pois sempre existirá mais ou menos afinidade com alguns liderados específicos que serão injustamente privilegiados.

Outro erro comum de quem executa o feedback de forma intuitiva é realiza-lo apenas quando existe algum problema de produtividade ou situação de conflito. Isso gera ansiedade, pois quando o liderado é chamado, já sabe que o assunto não é favorável.

Fazer feedback negativo em público também pode ser desastroso. O liderado pode se sentir humilhado e a reação pode ser imprevisível.

Usar um canal de comunicação inadequado, como o e-mail por exemplo, cria uma tensão adicional. Pior se for com cópia para os demais liderados.

É muito comum que o líder tente “dar indiretas”, emitindo frases negativas em voz alta com o “sujeito oculto”. Esta reação, que nem podemos chamar de técnica, gera má interpretação e pode confundir as pessoas, além de contribuir negativamente para o líder que não teve coragem de falar claramente sobre o assunto com o seu liderado.

Mas talvez o pior erro do líder seja não dar nenhum feedback à sua equipe. Isso acontece facilmente quando tudo vai bem. Mas, mesmo uma equipe eficiente e confiante gosta de elogios e tende a melhorar quando o feedback é positivo.

 

 

 

 

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